Os trabalhadores denunciaram a situação hoje no local à agência Lusa. Segundo explicaram, todos são operários armadores de ferro, naturais de países africanos e afrodescendentes, e apontam o dedo à empresa Açomonta, que ali os terá colocado desde meados de maio e desde então «não quer saber» das sucessivas queixas de falta de condições. A Lusa tentou contactar a empresa, telefonicamente e na obra, mas sem sucesso.